- Não são fofos? Imagina se isso tivesse acontecido.


Categorias: Filosofia · Momentos
Tagged: Hegel, Schopenhauer
Inquieta. Estudante de filosofia. Amante do saber. Amiga da sabedoria. Repleta de dúvidas. Angustiada.
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8 respostas so far ↓
Sonia Regly // Março 18, 2008 às 10:42 am
Seu Blog é lindo!!!!Eu sou igual vc, tenho muitas dúvidas e angústias, mas aos poucos a gente chega lá.Coloquei um texto no meu Blog, homenageando a todos que fazem acontecer na internet.Apareça por lá.O endereço é:http://compartilhandoasletras.blogspot.com
Sonia Regly // Março 18, 2008 às 10:43 am
Acho seus textos sinceros e de muita sensibilidade.Acho isso legal!!!!
Angustiada Consciência // Março 19, 2008 às 2:38 pm
Obrigada, Sonia. Vou lá ver o teu blog.
Sonia Regly // Março 19, 2008 às 2:54 pm
Querida,
Obrigada pela visita, eu ainda estou começando, não sei muita coisa, mas aos poucos vou aprendendo. O meu ainda é simples, qualquer dúvida posso contar contigo???
Beijinhos
Fernando de Sá Moreira // Março 20, 2008 às 8:21 pm
Provavelmente o Hegel não faria nada, mas o Schopenhauer, sem dúvida arrancaria um olho do Hegel e o empurraria para fora do barco.
Há quem diga que aquela mulher que o Schopenhauer empurrou escada abaixo era só uma cobaia de treino para o dia em que ele empurraria o Hegel.
Angustiada Consciência // Março 23, 2008 às 3:31 pm
hahaha, Fernando. Eu havia feito um comentário sobre o fato de a mãe dele ter empurrado Schopenhauer, mas há também a versão contada que ele empurrou uma mulher também. Bom, não sei ao certo, talvez as duas histórias estejam corretas e, além disso, é por causa de mulheres como a mãe dele que ele não acreditava na inteligência feminina. De certa forma ele estava certo quando disse que a mãe dele só seria conhecida através dele.
Hegel até que era crítico quando jovem, mas Schopenhauer é muito ácido e isto faz c/ que ele tenha um lugar especial no meu coração.
Fernando de Sá Moreira // Março 23, 2008 às 9:30 pm
Música clássica começa a ficar interessante quando se percebe que há diferenças substanciais entre os diversos facetas que ela possui. Colocamos, muito injustamente, tudo no mesmo saco, como se fossemos obrigados a gostar ou não gostar de tudo, como se não fosse possível gostar de uma série de compositores e detestar outros. O mesmo acontece com nossos avos, que são obrigados a não gostar de rock, absolutamente nada de rock, na verdade, sendo o rock tão multifacetado, é bem provável que gostassem de algumas vertentes se tirassem as mãos do ouvido por alguns instantes.
D. Conrado // Abril 6, 2008 às 1:14 am
Veja que comentário singelo de Schopenhauer sobre Hegel:
Além da capacidade de escrever absurdos, o principal expediente desse charlatão era dar-se ares de grande senhor, aproveitando todas as ocasiões para olhar do alto do seu castelo de palavras, com distinção, fastio, desdém e ironia, não apenas as elucubrações filosóficas alheias, mas também toda ciência, seus métodos e tudo o que o intelecto humano alcançou no decorrer dos séculos com perspicácia, esforço e dedicação. Com isso, conseguiu de fato suscitar no público alemão uma alta consideração por sua sabedoria ensimesmada em seu abracadabra.
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